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Projeto de instalação de sistemas solares em Marajó é ampliado

Fruto de parceria entre governo federal e concessionária local, programa visa beneficiar comunidades isoladas da ilha.

O programa, que possibilitou acesso à eletricidade a cerca de 35 mil pessoas em localidades da ilha de Marajó, no Pará, é uma parceria da Equatorial Energia com o Governo Federal e consiste na instalação de kits de geração solar fotovoltaica e armazenamento de energia em comunidades isoladas.


Imagem: Divulgação


Executado pela CGB Energia, o programa contará com uma novas fases de implantação em 2023 e 2024, beneficiando outras 48 mil pessoas, anunciou o gerente executivo da CGB Energia, William Moura.


Chamados de SIGFi – Sistema Individual de Geração de Energia Elétrica por Fonte Intermitente, os kits contam com módulos solares, inversores, baterias e controladores de carga, além de materiais e acessórios, como itens de proteção (disjuntor, DPS, aterramento) e estrutura de alumínio resistente à corrosão, haja vista que muitas vezes os equipamentos são instalados em áreas alagadiças.


Na primeira fase da iniciativa, finalizada em 2022, foram instaladas nove mil unidades SIGFis, abrangendo os municípios de Melgaço, Curralinho e Portel.


Este ano, outros oito mil sistemas deverão ser implantados, e a perspectiva é de que mais 7500 instalações sejam contratadas para implantação no ano que vem. “Estamos atendendo boa parte da região do Marajó através desses projetos”, disse William Moura.


Ao final do projeto, a empresa espera instalar mais de 16 mil SIGFIs, atendendo aproximadamente 48 mil pessoas.


A primeira fase da iniciativa contou com investimentos de cerca de R$ 400 milhões. Na segunda etapa, os recursos foram em torno de R$ 350 milhões ― valor que deve ser similar à próxima fase do programa.


Segundo Moura, os sistemas são dimensionados de acordo com as unidades atendidas. “Basicamente são três tamanhos, dependendo da aplicação: residências; escolas de menor porte e salões comunitários; e escolas maiores, postos de saúde, etc.”


Para transporte dos equipamentos, a CGB mobilizou mais de setenta embarcações de pequeno, médio e grande porte e empregou cerca de 500 pessoas na região.


“Além disso, formamos boa parte da mão de obra, como eletricistas e montadores, no local”, destacou Moura.


“Além disso, formamos boa parte da mão de obra, como eletricistas e montadores, no local”, destacou Moura.


Fonte: Fotovolt


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